domingo, 29 de março de 2015

Coruja-boreal (Aegolius funereus)

ZOOLOGIA - 551
CLASSE DAS AVES - 438
ORDEM STRIGIFORMES - 006
FAMÍLIA STRIGIDAE - 005
GÊNERO AEGOLIUS - 002


ESPÉCIE: Coruja-boreal (Aegolius funereus) - Linnaeus, 1758 [LC].

              A Coruja-boreal (Aegolius funereus) é uma pequena coruja do Gênero Aegolius que pertence a Família Strigidae.

OUTROS NOMES
              Na Europa, ele é normalmente conhecido como a Coruja-de-Tengmalm. após o naturalista sueco Peter Gustaf Tengmalm ou, mais raramente, a Coruja-de-Richardson após Sir John Richardson.

              Esta espécie faz parte do maior grupo de corujas conhecidas como corujas típicas, Strigidae, que contém a maioria das espécies de coruja.

              O outro grupo é o corujas, Tytonidae. Devido à sua timidez e reação evasiva às atividades humanas, hábitos noturnos e habitat taiga floresta inacessível preferido, que classifica como um dos, se não o, corujas menos conhecidas, tanto na América do Norte e Europa.

DESCRIÇÃO
              A coruja-boreal é de 22 a 27 centímetros de comprimento com uma envergadura de 50 a 62 centímetros. É castanho acima, com manchas brancas sobre os ombros. Com as partes inferiores esbranquiçadas e riscadas de ferrugem. A cabeça é grande, com olhos amarelos e um disco facial branco, e uma aparência de "surpresa". O bico é de cor amarela-clara, em vez de escuro como seu parente a coruja-de-serra whet norte. O voo é forte e direto. As aves jovens são castanho-chocolate.

COMPORTAMENTO
              A Coruja-boreal é uma coruja noturna insociável. A sua chamada é semelhante em som para o "pá" do norte-americano snipe de Wilson.

              Esta espécie não é normalmente migratório, mas em alguns outonos movimento números significativos mais ao sul. Raramente é qualquer grande distância ao sul de sua área de reprodução, embora isso seja em parte devido aos problemas de detectar esta coruja noturna fora da época de reprodução, quando ele não está ligando.

DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
              As raças de Coruja-boreais vivem em densas coníferas e florestas em todo o norte da América do Norte e da Eurásia, e em cadeias de montanhas, como os Alpes e as Montanhas Rochosas.

REPRODUÇÃO
              Estabelece entre 3 e 6 ovos em um buraco de árvore. Em grande parte da Europa, e, em menor medida, na Ásia e na América do Norte, os naturalistas e biólogos tem colocado caixas-ninho para estas e outras corujas pequenas.

DIETA ALIMENTAR
              Esta pequena coruja come principalmente ratazanas e outros mamíferos, mas também aves, bem como insetos e outros invertebrados. É em grande parte noturna, embora na maioria das regiões do norte da sua gama, ele é forçado a caçar durante o dia por causa das noites muito curtos no verão.

MORTALIDADE
              A raça das corujas-boreais ter sido conhecida a viver até 16 anos. Devido à pequena estatura da coruja é frequentemente predados por outras corujas e grandes aves de rapina diminuindo assim o seu tempo de vida médio.

SUBESPÉCIES
              A Coruja-Boreal tem sete subespécies:
1 - Aegolius funereus richardsoni - (Bonaparte, 1838): A subespécie norte-americana, desde o Alasca para baixo as Montanhas Rochosas e, tanto a leste como Southeastern Canadá e do Nordeste americano.
2 - Aegolius funereus funereus - (Linnaeus, 1758): nomear subespécies, da Escandinávia para o sul para o Pirinéus e leste para os Urais, mas não as montanhas do Cáucaso.
3 - Aegolius funereus Pallens - (Schalow, 1908): A partir do sudeste da Sibéria para Tien Shan na China.
4 - Aegolius funereus caucasicus (Buturlin, 1907): Montanhas do Cáucaso.
5 - Aegolius funereus Magnus - (Buturlin, 1907): a partir da Sibéria Oriental, de Kolyma à península de Kamchatka.
6 - Aegolius funereus beickianus - (Stresemann de 1928): A partir de noroeste da Índia para a China ocidental.
7 - Aegolius funereus sibiricus - (Buturlin de 1910): Difundido sobre a Sibéria.

GALERIA DE FOTOS: 35.




































sexta-feira, 6 de março de 2015

Maritaca-verde (Pionus maximiliani)

ZOOLOGIA - 550
CLASSE DAS AVES - 437
ORDEM PSITTACIFORMES - 069
FAMÍLIA PSITTACIDAE - 035
GÊNERO PIONUS - 001



ESPÉCIE: Maritaca-verde (Pionus maximiliani) - Kuhl, 1820 [LC].


              A Maritaca-verde (Pionus maximiliani) é uma espécie de Psitacídeo da Família Psittacidae, dos papagaios verdadeiros

OUTROS NOMES
              É também chamado de Pionus-de-cabeça-escamosa, Pionus-Maximilian, Papagaio-maximilian, Pionus-de-Maximiliano, e Papagaio-de-Maximilian; Papagaio-de-cabeça-escamosa; Maritaca-de-cabeça-escamosa.

Ainda os termos:
Cocota,
Curica,
Baitaca,
Maitá,
Maitaca, 
Maritaca,
Suia,
              São designações comuns para diversas espécies de aves Psitaciformes da Família dos Psitacídeos do Gênero Pionus.


DISTRIBUIÇÃO GEOGRÁFICA
              Pode ser encontrada no leste do Brasil, Central e Oriental da Bolívia, Paraguai e norte da Argentina. Encontra-se em uma ampla gama de habitats florestais, desde a floresta subtropical úmido para árido Caatinga. É bastante comum ao longo de uma grande parte da sua gama. Vê-se tipicamente em pares ou em pequenos bandos. 
              Ocorrem no Brasil da região nordeste (Maranhão, Piauí, Pernambuco, Alagoas) até a região sul, passando pela região centro-oeste (Goiás e Mato Grosso). Ocorrem, também, na Bolívia, no Paraguai e na Argentina.

ETIMOLOGIA
              No Brasil, eles são chamadas de Cocotas ou Maritacas (de mbaé'taka, tupi para "pássaro barulhento").

DESCRIÇÃO

              As Maritacas caracterizam-se pela cauda curta e azul, pela zona sem penas em volta dos olhos, pelo bico cinza-escuro com marcas vermelhas nas laterais das mandíbulas. São semelhantes aos Papagaios do Gênero Amazona, mas menores.


              Principalmente as penas da cabeça verdes que são afiadas em um azul royal. O peito pode estar em qualquer lugar do azul royal para índigo na cor. Asas e volta são principalmente verde, algumas aves poderão desenvolver bronze 'epilets' sobre os seus ombros. A parte inferior da cauda é de vermelho. Pena nesta área são derrubados com uma luz verde e, em alguns casos de hidroginástica ou violeta. O bico é em qualquer lugar do preto para o chifre na cor, a maioria das aves que têm um de dois tons bico. A pele é geralmente cinza rosada.

              A escala para a cabeça para o qual foi nomeado é tipicamente muito menos distinta do que as cores vermelhos brilhantes na parte inferior do rabo e abrigos das asas (uma característica encontrada em todos os membros do Gênero Pionus).


HABITATS
              Vivem em uma variedade de habitat que inclui florestas úmidas, de galeria, savanas e áreas cultivadas, até os 2.000 metros de altitude. Geralmente, voam em bando de seis a oito indivíduos, por vezes até de cinquenta aves quando a comida é muito abundante. Costumam banhar-se em lagos para se refrescar.

HÁBITOS ALIMENTARES
              Se alimentam de frutos e sementes, tais como pinhão do Pinheiro-do-brasil e frutos da figueira. Também se alimentam de mangas quando apresentam frutos em formação.

REPRODUÇÃO
              A reprodução das Maritacas costuma ocorrer de agosto a janeiro. O casal afasta-se do grupo à procura de um oco formado nas árvores. A fêmea põe de três a cinco ovos brancos com um período de incubação de 23 a 25 dias e o macho, geralmente, permanece no ninho durante o dia. As crias são totalmente dependentes dos pais (matriciais) e saem do ninho com aproximadamente 55 a sessenta dias.

GALERIA DE FOTOS: 31.